• Aracaju, Sergipe
  • 07/05/2026
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Neste ano de 2016, a Prefeitura de Aracaju instituiu um novo modelo de realização do Forró Caju. Com o intuito de realizar a festa, já que a falta de recursos seria um impedimento para a execução do evento, a gestão municipal, através da Secretaria Municipal de Comunicação realizou um Chamamento Público no intuito de diminuir os custos do evento junino que já é tradição há mais de duas décadas e que desde 2013 tem priorizado a participação do artista sergipano, além de atrações nacionais.

Quando foi divulgada essa modalidade, O empresario Téo Santana procurou pesquisar e , explicou que esse sistema já é utilizado em outros municípios do País. “Fizemos pesquisa em outras cidades e percebemos isso como uma alternativa diante da crise em que o país se encontra. Sem dinheiro não há como mantermos uma programação extensa e, para não deixar de realizar o Forró Caju, o empresario Téo Santana de forma transparente participou do Chamamento Público que tem a participação do capital privado e publico ”, explicou o empresario ontem ao radialista André Barros

em entrevista a uma emissora de radio .

Na manhã desta Quarta- feira ( 15), foi realizada uma audiência no Ministério Público do Estado de Sergipe (MPE/SE) para que fossem ajustados alguns pontos que faltavam depois de algumas horas tudo foi concretizado com empresario Téo santana que com o coração mole agraciou a todas as categorias de ambulantes que não era obrigado pelo contrato entre a Prefeitura e a produtora responsável pela festa, sendo apresentados os documentos da parceria para que todas as dúvidas fossem sanadas.

Com a presença do secretário Carlos Batalha e dos promotores responsáveis, Henrique Cardoso e Bruno Melo, a audiência foi à portas abertas e, após quase três hora, tudo foi esclarecido. Segundo Henrique Cardoso, foram necessários apenas alguns pequenos ajuste. Está tudo legal,  E, por parte do MPE, não há possibilidade de a festa não ser realizada, explicou.

De acordo com Téo Santana, os documentos apresentados comprovam a legalidade do contrato. “A empresa responsável e os patrocinadores irão pagar os artistas, e, ao contrário do que foi divulgado, a quantia citada teria sido paga à Prefeitura, se tratou apenas de uma garantia para a realização da festa. O MPE pode constatar que estamos fazendo tudo dentro da legalidade”, afirmou Téo. O empresario ainda ressaltou que essa nova modalidade de realização da festa traz uma economia de 85% para os cofres públicos.

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