• Aracaju, Sergipe
  • 14/05/2026
0 Comments

Antes mesmo de completar 24 horas no exercício da Presidência da República, o general Hamilton Mourão (PRTB) já externou nesta segunda-feira (21) estilo e pontos de vista diferentes dos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) no posto. Bolsonaro transmitiu o cargo interinamente ao vice-presidente na noite de domingo (20), quando embarcou rumo ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Horas depois, por volta das 9h10, Mourão chegou descontraído ao Palácio do Planalto e se deparou com repórteres que o aguardavam. Ao ser questionado sobre a expectativa para o primeiro dia como presidente em exercício, comemorou a vitória do time de coração, o Flamengo, na noite anterior. “Só queria dizer o seguinte: é com extrema satisfação que o Flamengo venceu ontem e o Botafogo perdeu. Um abraço aí”, brincou, para então entrar em seu gabinete no anexo da Vice-Presidência, de onde continuará a despachar enquanto Bolsonaro estiver na Europa.O comportamento do presidente no Planalto tem sido mais reservado, principalmente desde as mais recentes revelações sobre as investigações que envolveram seu filho, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Antes de ir trabalhar, Mourão usou o Twitter para “expressar a honra de estar no exercício da Presidência da República” e prometeu “manter a posição”.Durante a campanha, Bolsonaro, que é capitão reformado do Exército, se manifestou contra mudanças nas normas para os militares. Desde que assumiu o cargo, no entanto, ainda não se manifestou sobre o tema –que inquieta as Forças Armadas, contrárias a mudanças nas regras. Atualmente, para irem para a reserva –semelhante a uma aposentadoria–, os integrantes da categoria têm que trabalhar por, pelo menos, 30 anos. Na entrevista, Mourão defendeu ainda que o decreto editado na última segunda (14) por Bolsonaro para ampliar a possibilidade de posse de armas não foi uma medida de combate à violência, e sim o atendimento de uma promessa de campanha. Na semana passada, Bolsonaro critico.Durante a campanha, Bolsonaro, que é capitão reformado do Exército, se manifestou contra mudanças nas normas para os militares. Desde que assumiu o cargo, no entanto, ainda não se manifestou sobre o tema –que inquieta as Forças Armadas, contrárias a mudanças nas regras. Atualmente, para irem para a reserva –semelhante a uma aposentadoria–, os integrantes da categoria têm que trabalhar por, pelo menos, 30 anos. Na entrevista, Mourão defendeu ainda que o decreto editado na última segunda (14) por Bolsonaro para ampliar a possibilidade de posse de armas não foi uma medida de combate à violência, e sim o atendimento de uma promessa de campanha.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

%d bloggers like this: