• Aracaju, Sergipe
  • 12/05/2026
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Oque dizer sobre a politica de 2022 para começo de conversa: políticos e partidos, no Congresso Nacional, não manterão a proibição legal de realização de coligações proporcionais para as eleições de 2022.

Contrariando setores do Tribunal Superior Eleitoral, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), abriu comissão para estudar mudanças na legislação eleitoral.

Quem conta com a proibição de realização de coligações proporcionais, pode se preparar para cair do cavalo. Se não reabrirem a possibilidade legal de coligações proporcionais, algumas coisas farão para facilitar a vida política deles.

Sobre alianças e formação de chapa majoritária, vários setores estão perdidos em Sergipe, articulando situações totalmente desconectadas com a nova realidade politica, mudanças que continuam ocorrendo na cabeça da maioria do eleitorado.

Por aqui, se fala, por exemplo, em chapa majoritária com Rogério Carvalho (PT) para o governo, que poderá sair para outro partido, Valadares Filho (PSB) para vice e André Moura (PSC ou PSL) para o Senado.

Dos 3, somente André Moura para o senador tem chance de vitória já que esta alinhado com a Federação dos Prefeitos para chapa majoritária. Valadares Filho precisa analisar melhor o quadro eleitoral para não perder nova disputa eleitoral. André Moura, bem articulado, pode almejar o senado ou a reeleição de deputado federal com chance de vitória e tem apoio de vários prefeitos.

Aqui, nenhuma avaliação sobre Rogerio Carvalho que vem como franco atirador que se perder permanece como senador.

Sobre chapa majoritária, políticos antenados com o novo eleitorado precisam repensar projetos e acompanhar a evolução.

Como o povo diz sempre os mesmos dos mesmos dos mesmos, em Sergipe, somente vão ter alguma chance em Sergipe, em chapa majoritária, se a disputa for apenas contra os mesmos dos mesmos dos mesmos .

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