• Aracaju, Sergipe
  • 07/05/2026
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A vida de um zagueiro da várzea e o senso de identidade comunitária

 

A pandemia de Covid-19 afetou o Brasil como poucos países dadas políticas de saúde questionáveis em diversos níveis de poder seja municipal, estadual e federal, que fazem a nação figurar em terceiro em número de infecções e segundo em mortes no ranking da Universidade dos Estados Unidos. Entre os afetados: o futebol de várzea.

Uma questão de identidade

O futebol da várzea surgiu na cidade de São Paulo, às margens do rio Tietê, hoje chamado de Parque S. Pedro, antes mesmo da profissionalização do esporte em solo brasileiro. Deste ambiente vieram os primeiros grupos, então chamados de “clubes de várzea”, os quais até hoje atuam como espaço de socialização das comunidades nas quais estão inseridos.

 

“Um aspecto fundamental que deve ser observado é exatamente a estrutura das cidades. O futebol é um fenômeno tipicamente urbano e sob esse aspecto ao longo das últimas décadas o espaço na cidade para a prática do futebol tem sido cada vez mais reduzido, em alguns casos: suprimido”, atesta Claudio.

O herói da defesa dos fins de semana

De atuação precisa e elegante como zagueiro, Jailson dos Santos, (SULU), ajuda seu time a garantir vitórias sob céu cinzento e em campos de várzea rodeados por imóveis de estrutura aleatória na zona rural de Estancia.

Sulu conhece com proximidade a realidade da várzea, a qual abraçou intensamente sendo destaque em diversas competições que participa.

O sonho do profissionalismo não acabou; na várzea acredita ter defendido varias equipes, sendo campeão e vice, e recebendo troféu de melhor jogador da competição.  Perfis como o de Sulu são a face de jogadores que lutam pelo esporte que amam.

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