Dois crimes cometidos pelo perfil “Fique por dentro Sergipe”: intolerância religiosa que é enquadrado por crime de racismo. O outro crime foi atacar de forma covarde a primeira-dama Érica Mitidieri por receber não só integrantes de religiões de matrizes africanas, mas de todas as outras. Pareceu mais desespero eleitoral. Para intolerância e preconceito religioso é processo criminal.
“Fé não é motivo para dividir. É motivo para respeitar” De Érica Mitidieri nas redes sociais: “Fé não é motivo para dividir. É motivo para respeitar. Não precisamos acreditar da mesma forma para conviver, ouvir, acolher e respeitar uns aos outros. Toda fé merece respeito. Toda pessoa merece liberdade para viver aquilo em que acredita sem medo, preconceito ou julgamento. Sigo acreditando em um Sergipe onde as diferenças não nos afastam, mas nos ensinam a construir pontes. Onde o respeito seja maior que qualquer intolerância. Podemos ter crenças diferentes. O respeito precisa ser o mesmo para todos.”
Justamente está semana que Érica receveu a visita do grande samaritano Padre Júlio Lancelloti, Não precisa escrever mais nada E quem tentou atacar a imagem e o trabalho da primeira-dama Érica Mitidieri não só quebrou a cara através da Justiça Eleitoral, mas também porque justamente está semana ela recebeu a visita institucional do maior samaritano do Brasil: o padre Júlio Lancellotti que tem um trabalho único com os moradores de rua na capital paulista. “Foi um momento de diálogo, escuta e troca de experiências sobre as diferentes realidades e situações de vulnerabilidade que tantas pessoas enfrentam, reforçando a importância de um olhar cada vez mais humano, acolhedor e atento às necessidades de cada pessoa. O trabalho do Padre Júlio, marcado pela defesa da dignidade, do acolhimento e dos direitos das pessoas em situação de vulnerabilidade, inspira e fortalece a nossa missão de cuidar de quem mais precisa. Receber essa visita foi uma oportunidade muito importante para compartilhar experiências, aprender e reafirmar que, quando colocamos a humanidade no centro, podemos construir caminhos de mais cuidado, respeito e inclusão”, relatou Érica nas redes sociais.

