Se a campanha de Fábio Mitidieri tivesse sido reprovada nas urnas, dois personagens estariam, neste momento, sendo alvo de uma enxurrada de críticas: Cleon Nascimento e Leopoldo Neto.
Leopoldo Neto é o que podemos chamar de “Lombardi” da articulação política. Não sei se todos lembram do personagem Lombardi, de Silvio Santos. Sempre às escondidas, mas essencial para o sucesso do programa.
Ele não apareceu, ainda é desconhecido do público sergipano, mas foi essencial para ajustar a organização política da campanha. Fábio trouxe Leopoldo de Brasília. Por lá, ele exerceu funções estratégicas em vários ministérios nos governos Dilma e Temer. Está cacifado para exercer funções estratégicas no novo governo.
O personagem Naruto tem, no desenho animado, um sonho claro, é corajoso e determinado, nunca desiste das pessoas. Assim foi Cleon Nascimento na campanha de Mitidieri, com a função de coordenar o marketing político.
Desde o primeiro ano do governo Fábio, Cleon foi criticado nos bastidores. Por muitas vezes, foi responsabilizado pela “imagem ruim” do governador e por não criar uma marca única da gestão.
Na campanha, Cleon teve a missão de coordenar feras com larga experiência e currículos testados e navegou com a tranquilidade de poucos. Focado, sereno e bom de relações interpessoais, tirou de letra o desafio e calou os críticos.
É aquela coisa: na hora de criticar, sobram disposições, mas, após a vitória e o acerto, o mais comum é apontar as palmas para o “vencedor”, esquecendo-se do coletivo.
Aliás, Leopoldo e Cleon são representantes de um grande coletivo de homens e mulheres dedicados e abnegados que fizeram um grande governo, uma grande campanha e estão de alma lavada com o resultado das urnas.
Fonte FANF1

