• Aracaju, Sergipe
  • 23/05/2026
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Por Habacuque Villacorte

Setores da “grande mídia” e da Esquerda estão tentando, a todo custo, politizar um debate que é mais do que necessário e que já deveria ter ocorrido há muito tempo: o maior enfrentamento do Estado contra os avanços do crime organizado em todo o Brasil. Uma realidade dos grandes centros do País, diante da omissão do poder público, que não priorizou políticas eficientes de Segurança, e que agora vai se tornando comum em outras regiões, como no Nordeste, por exemplo.

Este colunista tem a consciência que por trás de muitas operações policiais existem preconceitos, abusos, excessos. Mas não podemos generalizar! Não dá para “romantizar o crime”! Os bandidos não são inocentes, não são “vítimas do Sistema”, como alguns “especialistas” tentam pregar. Este discurso politizado, que tenta construir narrativas para jogar a sociedade contra as forças de Segurança está cada vez mais falido, diante dos avanços do crime organizado.

São os bandidos que tocam o terror quando invadem uma casa ou um empreendimento comercial. A maioria não tem o mínimo pudor e quem se submete ao crime, geralmente, entra no jogo do “tudo ou nada”, ou seja, é praticamente um “caminho sem volta”, onde por mais que o criminoso “escorregue”, uma hora ele será identificado, preso e/ou executado. E, como o crime virou um “negócio”, nem sempre quem “mata” é a polícia; muitas vezes trata-se de uma “disputa por território”.

Sim, leitor (a), isto tudo é uma aberração! O crime cresceu, se fortaleceu e modernizou, ampliou seus “tentáculos” em diversos setores da sociedade e agora entende que precisa preencher outros “espaços” como se fossem seus por direito. E quem se opõe vira “inimigo”, tem que ser “eliminado” ou tem que se retirar de imediato para recomeçara vida em outro lugar. Este é o crime organizado que a “grande mídia” e alguns setores da Esquerda não aceitam a taxação de “terroristas”!

O que está em discussão não pode ser politizado. É evidente que a pauta “Segurança Pública” é totalmente favorável à Direita e aos mais conservadores, que hoje lideram a oposição no País. Incomodado, o governo Lula (PT) demorou, mas para frear uma nova queda de popularidade, tentou apresentar uma “proposta de enfrentamento” ao crime. O assunto faz parte da agenda política nacional e qualquer projeto que dificulte a ação das organizações criminosas contempla a maioria da população.

Diante da omissão do poder público, por décadas de complacência com o crime, a sociedade não suporta mais o “perdeu, perdeu”! O povo brasileiro quer respostas duras do Estado contra o crime organizado. Para não permitir que a Direita capitalize esse cenário político, o governo Lula e seus interlocutores “extraoficiais” tentam descredibilizar o relatório do deputado Guilherme Derrite (PP/SP) na Lei Antifacções, cujo texto sofreu algumas alterações necessárias, diga-se de passagem.

O combate ao crime virou prioridade, quase um clamor nacional! O que fez Derrite foi aumentar consideravelmente as penas para aqueles que insistem em afrontar a Polícias, criando uma espécie de “Estado paralelo”. O tom de “tolerância zero” para o crime, colocou o deputado de Direita no centro do protagonismo, em perfeita sintonia com a maioria da população, algo que incomodou muito e obrigou o governo Lula a se movimentar. Esta é a verdade e o resto é “narrativa governista”…

 

Veja essa!

Os problemas relacionados ao desabastecimento de água pela Iguá estão aumentando o desgaste do governo Fábio Mitidieri (PSD) pelo interior do Estado. Em Porto da Folha, moradores realizaram uma manifestação, bloqueando a rodovia, extremamente revoltados com o tratamento dispensado pela concessionária dos serviços.

 

E essa!

Os moradores reclamam que, por semanas, o desabastecimento de água nas torneiras persiste e a comparação com os serviços que eram prestados pela DESO são inevitáveis. A população tem cobrado do governo do Estado porque não se tem água nem para as necessidades básicas.

 

Crise hídrica I

Os problemas do desabastecimento persistem não apenas no Alto e Médio Sertão, mas no Agreste e na Grande Aracaju. Em bairros de Itabaiana, por exemplo, a falta de água também tem sido continuada. Infelizmente o povo de Sergipe sofre com uma nova crise hídrica e a Iguá gastando uma fortuna fazendo propaganda no Pré-Caju…

 

Crise hídrica II

Chamou a atenção deste colunista a entrevista de um representante da Iguá, durante o Pré-Caju, para o radialista Narcizo Machado, da FAN FM. Foi exaltada a “preocupação da empresa” em garantir o abastecimento dos hotéis na Zona Sul de Aracaju, para receber bem os turistas. Mas, como perguntar não ofende, esse pessoal paga a fatura da Iguá todos os meses?

 

MP? Cadê tu?

O Ministério Público precisa se posicionar e intervir nesse descaso do governo de Fábio Mitidieri e da Iguá com o povo sergipano. Não estamos nem no Verão ainda e não se tem água nem para as necessidades básicas. Enquanto isso, sem o menor receio ou pudor, a Iguá “ostenta” com propagandas em telões espalhados pelo Pré-Caju. Isso pode, Arnaldo?

 

Descaso do Camarote Aju I

Falando no MPE, aqui vale um chamado para a Defensoria Pública e para o Procon sobre os abusos registrados dentro do Camarote Aju, área privada dentro da estrutura do Pré-Caju. Os valores cobrados foram considerados abusivos pelos foliões, desde o ingresso até o atendimento dispensado em serviços de bar, por exemplo.

 

Descaso do Camarote Aju II

Nos bares espalhados pelo espaço os foliões denunciaram a falta de gelo, de cerveja e outras bebidas, inclusive de água de coco. Sem contar as reclamações em torno do atendimento prestado pelos funcionários da empresa terceirizada e responsável pelos bares da festa, além das filas em excesso para entrar no espaço da festa e para ter acesso aos bares.

 

Desgaste do Banese Card I

Outro ponto negativo foram as denúncias de suposta “venda casada” de um cartão em parceria com o Banese Card. O folião pagava antecipado para ter acesso a bebidas nos bares com o compromisso do ressarcimento dos valores não usados no final da festa. Mas as pessoas receberam apenas R$ 10 em espécie, com suposta retenção indevida, e ter que buscar o reembolso até 10 dias após a festa.

 

 

Desgaste do Banese Card II

Em nota pública, assinada pelo Banese Card, Mulvi Pay, Camarote Aju, Meep e Point Bar, a informação é que todos os valores não utilizados ou não ativados serão reembolsados integralmente. E há um link para resgate do crédito. Mas, com todo respeito, não soou positivamente para o Banese Card todo o desgaste gerado com esse cartão, pelo péssimo atendimento realizado, pelo descaso com os foliões que pagaram caro e foram submetidos a tamanho constrangimento.

 

Sucesso do Pré-Caju

Para não dizerem que este colunista só fez críticas, o Pré-Caju 2025 foi sucesso em alegria, na diversidade e, principalmente, pela Segurança para a população presente. A SSP fez sim um trabalho diferenciado e garantiu que os foliões pudessem aproveitar a festa da melhor forma, com segurança, gerando empregos diretos e indiretos, e beneficiando toda a cadeia produtiva, com muitos turistas deixando dinheiro em nosso Estado. O Pré-Caju 2026 já tem data definida: de 13 a 15 de novembro.

 

Exclusiva!

Pré-candidato a deputado estadual pelo PSB, Alan de Mundinho já está se movimentando pelo interior do Estado. Ele tem o apoio do prefeito Eraldo do Frigorífico (UNIÃO) e deve votar em Rogério Carvalho (PT) e André Moura (UNIÃO) para o Senado. Alan tem compromisso com a reeleição do governador Fábio Mitidieri e deve concentrar sua atuação nas regiões Sul e Centro-Sul do Estado.

 

Posse do MPC/SE

​O Tribunal de Contas do Estado (TCE) realizou o ato de promoção de Bricio Luis da Anunciação Melo como procurador do Ministério Público de Contas do Estado de Sergipe (MPC-SE). O evento aconteceu no gabinete da presidência e contou com presença dos conselheiros, do procurador-geral do órgão ministerial, Eduardo Côrtes, do procurador João Augusto Bandeira de Mello. A promoção representa um importante reconhecimento da trajetória e atuação de Bricio Melo no Ministério Público de Contas, fortalecendo a capacidade da instituição na defesa da ordem jurídica e na fiscalização do uso correto dos recursos públicos.

 

Eduardo Côrtes

A ampliação do quadro de membros representa um ganho significativo para o órgão responsável por atuar junto ao Tribunal de Contas do Estado. O procurador-geral Eduardo Côrtes destacou a importância deste momento para a instituição e para o controle externo em Sergipe.  “A promoção atende uma necessidade do MP de Contas de recompor seu quadro, de retomar com força a nossa atuação em todos os processos, dando uma efetividade maior na atuação do próprio TCE. Então, a nossa expectativa é que, com essa recomposição do quadro, nós possamos aumentar a nossa produtividade e garantir que o Tribunal possa dar uma resposta mais rápida à sociedade”, afirmou.

 

Brício Luís I

Durante a cerimônia de posse, Bricio Luis da Anunciação Melo manifestou sua visão sobre o papel do Ministério Público de Contas e seu compromisso com a missão institucional.  “É um momento de muita alegria essa promoção para o cargo final da carreira, mas essa alegria traz muitas responsabilidades. Quando chega no último nível da carreira, a gente começa a atuar no Pleno e na atuação extraprocessual”.

 

Brício Luís II

“Então, o Tribunal pode contar comigo para uma atuação responsável e de indução de políticas públicas porque acredito que é o principal fim do MP de Contas. É induzir políticas públicas para uma maior eficiência, eficácia e efetividade no serviço público”, declarou o novo procurador.

 

Bandeira de Mello I

A nomeação de Bricio Melo é resultado de concurso público realizado após mais de 20 anos, demonstrando o compromisso do MPC-SE com a modernização e o aprimoramento institucional. O procurador João Augusto Bandeira de Mello, que presidiu a Comissão do concurso, ressaltou a seriedade do certame.

 

Bandeira de Mello II

“Esse é um momento importantíssimo. Vamos chegando a recomposição, da força de trabalho do Ministério Público de Contas. Ele ser promovido de subprocurador para procurador agrega novas competências a atuação dele. Competências que o MPC estava precisando, e abre a possibilidade, ficando vago cargo de subprocurador, de ser nomeado mais um aprovado no concurso. É um momento histórico, da afirmação da força de trabalho, da importância do MPC”, destacou o procurador Bandeira de Mello.

 

Controle externo

O reforço no quadro de membros permitirá uma atuação mais ampla e efetiva do MPC-SE nas diversas demandas que envolvem o controle externo da administração pública estadual e municipal, fortalecendo o papel constitucional da instituição na defesa do patrimônio público e no combate a irregularidades na gestão dos recursos do Estado e dos municípios sergipanos.

 

Georgeo Passos I

O deputado estadual Georgeo Passos (Cidadania) classificou a sessão da última quinta-feira (13), como “um dia histórico” na Assembleia Legislativa de Sergipe – Alese. A falta de quórum em plenário fez com que o Presidente da Casa, deputado Jeferson Andrade, encerrasse a sessão, cancelando as votações dos projetos em pauta. Georgeo avalia que a ausência da bancada de situação revela a fragilidade no governo Fábio Mitidieri.

Georgeo Passos II

“O que aconteceu ontem na Alese lembra muito fim de governo. Parece que os deputados da base do governo já estão jogando a toalha. Foi histórico. Nunca vi uma sessão de votação de projetos do governo ser encerrada por ausência de deputados do governo. Com certeza está faltando liderança, articulação política. A gente não vê secretarias como a Casa Civil fazer interação com a Assembleia Legislativa”, relatou Georgeo.

Georgeo Passos III

Para o parlamentar, a proximidade das eleições talvez seja outro motivo para essas ausências. “Colegas deputados da base do governo sabem que terão que enfrentar secretários (como o da educação) na disputa por uma vaga na Alese ano que vem. Ontem, tinha projeto da educação (encaminhado pelo governo) e não teve quórum para votação. Seria uma retaliação ao vice-governador? A gente fica até solidário com os colegas”, disse Passos.

 

Olha a PMA!

A Prefeitura de Aracaju reuniu, nessa segunda-feira (17), moradores da Zona de Expansão em uma audiência pública para apresentar as atualizações do Projeto de Lei Complementar nº 6/2024, que trata do procedimento de desmembramento simplificado de municípios com o objetivo de solucionar conflitos territoriais. O encontro, presidido pela prefeita Emília Corrêa, contou com a presença do deputado federal Thiago de Joaldo, escolhido como relator da matéria no plenário da Câmara Federal.

 

Aracaju x São Cristóvão

A proposta passou a ser a principal alternativa para encaminhar a disputa de limites entre Aracaju e São Cristóvão. Caso aprovada, permitirá a realização de um plebiscito para que a população decida sobre a definição das áreas envolvidas. O PLP já avançou por diversas etapas: aprovação na CINDRE, na CDU, apensamento ao PLP nº 197/2025, aprovação na CCJ e urgência aprovada no plenário.

 

Emília Corrêa I

A prefeita Emília Corrêa celebrou o avanço da matéria e a escolha de Thiago de Joaldo como relator. “É importante que a comunidade tenha acesso a todas as informações apresentadas pelo deputado. Estamos novamente aqui; realizamos a primeira audiência em setembro e voltamos para reafirmar nosso compromisso. A zona de expansão é nossa e vamos atuar para garantir isso. Toda essa comunidade carrega um forte sentimento de pertencimento”.

 

Emília Corrêa II

“E esse será, digamos, o formato mais adequado, mais justo. Quem precisa se manifestar é a própria população, que deve dizer o que quer e o que deseja. O plebiscito é uma questão de justiça, ainda que tardia, porque isso já poderia ter sido resolvido, mas acabou engavetado. Agora, com fé em Deus, esse ciclo deve se encerrar, e será o povo da comunidade que decidirá o caminho. Isso, sim, é respeito a essa comunidade”, destacou.

 

Thiago de Joaldo I

Thiago de Joaldo ressaltou a relevância da relatoria ficar sob responsabilidade de um parlamentar sergipano. “Isso aqui é uma realidade que não só Aracaju e São Cristóvão vivenciam, nós temos quase mais de uma centena de municípios no país inteiro que enfrentam essa dificuldade, mas ciente da preocupação e da importância desse projeto aqui para Aracaju, especialmente para São Cristóvão, a gente lutou muito pela relatoria na Câmara”.

 

Thiago de Joaldo II

“Agradeço a confiança do presidente Hugo Mota que nos confiou essa missão e a vinda da gente aqui hoje é exatamente para a gente reacender a esperança de que essa definição ao final e ao cabo a gente vai trabalhar na Câmara dos Deputados para entregar na mão da população, que é diretamente impactada. Ela sim é quem tem que ter a palavra final em todo esse processo. Pelo que a gente já conversou aqui, a população deseja muito, como é de Aracaju, continuar sendo de Aracaju”, disse.

 

Próximos passos

O deputado detalhou os próximos passos e informou que a meta é levar o projeto ao plenário ainda esse mês. “Vai depender, claro, da presidência da Casa, mas eu vou trabalhar para que o projeto seja pautado ainda em novembro e para preparar a melhor relatoria, de modo que ele siga direto para o Senado, onde vamos atuar para que seja aprovado sem emendas e encaminhado à sanção presidencial”.

 

Missão da Alese

“Feito isso, começamos as etapas aqui no estado de Sergipe, por meio da Assembleia Legislativa, responsável por toda a condução. Honrando o compromisso previsto em lei, será possível incluir essa pergunta sobre a questão específica dessa localidade no processo eleitoral de 2026. Esse resultado volta para o Tribunal Regional Eleitoral, que informa à Assembleia Legislativa. E a Assembleia fará a edição de uma lei que passa a ser definitiva e resolve de uma vez por todas essa problemática. Quem sabe, em 2027, esteja tudo resolvido e com a decisão do povo”, explicou Thiago de Joaldo.

 

Segurança jurídica

O deputado estadual Georgeo Passos também ressaltou o empenho da Prefeitura de Aracaju na condução do tema. “O que as pessoas querem aqui hoje é segurança jurídica, querem resolver uma situação que já se arrasta há décadas. E esse projeto de lei que tramita na Câmara Federal pode solucionar isso, porque vai permitir a realização do plebiscito e que a população faça sua escolha. Também é importante registrar que o município de Aracaju está defendendo essa área e cumprindo sua parte; inclusive já contestou uma ação judicial em andamento e vem empenhando esforços nas audiências públicas para que a sociedade, especialmente a comunidade da zona de expansão, seja ouvida e manifeste claramente esse sentimento de querer continuar pertencendo a Aracaju”, afirmou.

 

Breno Garibalde

O vereador Breno Garibalde também comemorou o avanço do PLP na Câmara Federal. “Durante muito tempo lutamos por isso na Câmara de Vereadores. No meu primeiro mandato, passei quatro anos cobrando para que o debate começasse, porque sabíamos que acabaria chegando a esse ponto. Mas sempre se empurrava com a barriga. Ninguém queria assumir, ninguém queria resolver. Foi preciso chegar ao nível em que estamos, e nada disso era necessário. Infelizmente, o problema foi sendo deixado de lado. E agora vemos este momento. Não é uma bandeira política, não é bandeira partidária. A bandeira aqui é o povo, é o que o povo deseja. E é isso que vamos fazer no dia do plebiscito: votar, votar em defesa do povo”, concluiu.

 

Fábio Meireles I

O vereador Fábio Meireles (PDT) realizou uma visita ao Hospital e Maternidade Santa Isabel, no bairro 18 do Forte, em Aracaju, para tratar de emendas parlamentares impositivas e destinar R$ 100 mil em recursos de seu mandato à instituição. “Retornei ao Hospital e Maternidade Santa Isabel pela segunda vez, em quinze dias, reforçando nosso diálogo sobre demandas importantes e sobre as emendas parlamentares que sempre tratei com responsabilidade”.

 

Fábio Meireles II

“Em 2022, destinei minha emenda para o ano de 2023. Depois dessa destinação, acabei sendo retirado do meu mandato de vereador, mas isso nunca mudou meu compromisso com a saúde e com quem depende desses serviços. Agora, em 2025, mais uma vez coloco à disposição R$ 100 mil para o hospital, reafirmando que meu trabalho segue firme, independentemente de qualquer obstáculo”, afirma.

 

Fábio Meireles III

“O Hospital e Maternidade tem um trabalho valoroso e vem sendo uma grande referência para a população. Reafirmo aqui meu compromisso de continuar trabalhando em parceria com o hospital para garantir que ele tenha as condições necessárias para atender cada vez mais a nossa comunidade”, disse.

 

Salvar/SE

A Associação Brasileira de Apoio ao Cultivo e Pesquisa da Cannabis Medicinal, Salvar-SE, segue com o trabalho de atendimento a todos os associados. Em contínua renovação em seu plantio, o objetivo é não permitir que o tratamento falte para quem precisa. “Nossos lotes, que eram de 400 plantas, conseguimos ampliar para 800 a mil e podemos ampliar ainda mais. Para a nossa demanda conseguimos, manter com uma colheita e dispensar durante seis meses”, explicou o presidente da Salvar-SE, Paulo Reis.

 

Uso da Cannabis

Quase três mil associados recebem os produtos necessários para manter o controle seja em caso de doenças, condições ou deficiências. A ciência já comprovou a eficácia no uso da Cannabis para diversas formas de melhorar a qualidade de vida, assim, os pacientes atendidos têm as mais variadas utilizações do medicamento. Os produtos se distinguem em concentração e forma. Desta forma, o tratamento é individualizado, por este motivo, é preciso acompanhamento médico e a Salvar-SE pode ajudar a encontrar o profissional da saúde que melhor poderá atender.

 

Saúde mental

Quem procura por uma indicação de um especialista médico pode entrar em contato com o Acolhimento da Associação. Existe uma lista de profissionais conhecedores dos efeitos da Cannabis e que podem atender e auxiliar nesta busca pela saúde mental, física ou psicológica. Além disso, o Acolhimento da Salvar-SE pode receber as prescrições médicas e, caso o paciente não tenha condições financeiras de arcar com o tratamento, é possível entrar no grupo de trabalho social mantido.

 

Taciany Feitosa

“Nós atendemos uma população de baixa renda. Comprovando que recebe algum auxílio do Governo, a Salvar fornece o acesso ao medicamento até quando for necessário para seu tratamento”, falou a vice-presidente da Associação, Taciany Feitosa.

 

CRÍTICAS E SUGESTÕES

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